#BelezaQueInspira
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Djamila Ribeiro: filósofa, ativista do movimento negro e finalista do prêmio Jabuti

Negra, filósofa e ativista social, ela usa seu conhecimento para falar de uma forma simples e direta sobre o preconceito e o empoderamento da mulher. Hoje o #BelezaQueInspira conta um pouco mais sobre a história de vida da acadêmica brasileira e escritora Djamila Ribeiro. Nascida na cidade de Santos (SP), filha de uma doméstica e um estivador, aprendeu desde cedo a importância do conhecimento e esta semana foi indicada como uma das finalistas do Jabuti, a mais importante premiação literária do país, com o livro “O que é lugar de fala?”.

Desde pequena, o mundo da leitura sempre esteve presente. O pai estivador tinha uma biblioteca particular com mais de 300 livros. Aliás, seu nome, que significa “beleza”, vem da língua swahili, falada no leste da África.

Formada em filosofia e com mestrado na mesma área pela Universidade Federal de São Paulo, o caminho da caçula da família não foi fácil. Ela estudou jornalismo até engravidar, aos 24 anos. Em 2006, contra tudo e todos foi fazer um curso de filosofia na Unifesp, em Guarulhos. E todos os dias deixava a filha de 3 anos na escola e saída de Santos para Guarulhos.

Virou colunista do site de uma revista semanal e, finalmente, uma influencer digital. Com uma linguagem clara e acessível, seus textos viralizaram na internet. Também foi secretária-adjunta de Direitos Humanos da prefeitura de São Paulo. Ano passado lançou seu primeiro livro, que concorre ao prêmio Jabuti deste ano. E recentemente, chegou às livrarias  “Quem tem medo do feminismo negro?”.

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