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Meu cabelo, minhas regras!

Cabelo não é só estética, não é moda.

Cabelo é aceitação. Cabelo é valorização.

Uma opção de corte, penteado ou assumir o cabelo natural diz muito sobre a personalidade da pessoa. Ele é a sua identidade!

Desde os anos 50, o movimento negro vem tomando posições no Brasil e no mundo, e, um dos grandes destaques deste movimento são as mulheres que exibem seu black power para a sociedade, sem medo de críticas e transcendendo o campo da beleza, servindo como ferramenta de aceitação.

“Inspire, respire, vem comigo, vamos além. Dentro da minha própria lei, o que é que tem?”

A trajetória black power começou realmente nos anos 20 na Jamaica, e, nos anos 60, começou a ganhar espaço em território americano, principalmente por conta das lutas dos direitos civis da população negra. Muitas mulheres tiveram seu nome marcado na revolução, e, uma das principais foi Angela Davis, ativista norte americana que fez parte do Partido Comunista, e, também, do movimento Panteras Negras.

Mesmo em épocas de repressão, o black power esteve presente em momentos da nossa História, principalmente na parte cultural. Estilos musicais como o Jazz, Blues e Rock tiveram grandes nomes, como Jimy Hendrix, Billy Preston, Lenny Kravitz e Erykah Badu. No Brasil, temos representantes da cultura black como Elza Soares, Sandra de Sá, Karol Conká, Negra Li, MV Bill, Criollo dentre muitos outros.

Regras para o meu cabelo? As únicas que importam são as minhas!

Quer assumir o cabelo natural? Assuma eles!

Quer continuar fazendo procedimentos químicos? Continue!

O que importa é a SUA felicidade! O que importa é como você está se sentindo com o seu cabelo. Regras e padrões da sociedade não podem te impor a nada e nem rotular você. Não deixe que isso aconteça, encontre-se, e, principalmente, ame-se, do jeitinho que você é!